Hoje a Monique apresentou seu projeto de pesquisa, qualificando-se para executá-la no México em 2016.
Seu projeto trata da relação ensino-aprendizagem mediada pela Cibercultura nas novas gerações.
sábado, 10 de dezembro de 2016
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
5º Encontro de 26-11-2016 - Cibercultura e Educação
1- Boas Vindas ao Lucas (6º Diurno). Último encontro do ano, com comes e bebes. E comentamos sobre o que será discutido no próximo semestre.
2- Tema: Cibercultura
Leitura principal: LÉVY, P. Cibercultura e educação (capítulos XI, XII e XIII).
Leituras de apoio: Artigos
ZOBOLI, F.; IZIDORO, R. da S. Cibercultura e educação física: algumas considerações ontológicas. Motrivivência, Ano XXII, Nº 34, P. 106-121 Jun./2010
2 - NETO, E. S.; FRANCO, E. S. Os professores e os desafios pedagógicos diante das novas gerações: considerações sobre o presente e o futuro. Revista de Educação do Cogeime – Ano 19 – n. 36 – janeiro/junho 2010
Iniciamos, assistindo um seriado: Black Mirror, T2 E4 Natal, o qual relata o que estamos vivendo hoje e daqui uns segundos. Fala a respeito das lentes de contato, que é um celular dentro dos olhos, e sobre o cookie, que é uma máquina que faz cópias da pessoa, sendo uma pessoa na maquina e um na vida real, que você mesmo o controla. Após o vídeo, podemos associar com tudo o que vimos durante todo o semestre, que é a tecnologia na sociedade 25h por dia.
Na discussão, todos chegaram ao entendimento, que a cada instante somos uma pessoa, sendo assim, é necessário sempre estar se atualizando, tudo isso devido a acontecimentos e a própria vivência dessa Sociedade da Velocidade.
O mundo já embarcou mais a escola e os professores ainda não, como Glaucia disse, a educação é fechada, o que acaba limitando essa inteligência coletiva, mas o que precisa deixar claro que essa “navegação dos saberes”, não é substituir e sim uma interação junto com os meios, aonde a tecnologia veio para somar, não para substituir. E o Vinicius continua dizendo que, o professor vai continuar sendo professor, precisando se atualizar mais, querendo ou não (com a tecnologia), o aprender a ser “professor de verdade”, pois agora não para mais, o diluvio continua, e ele precisa mostrar o cominho a ser seguido para os seus alunos.
Alguns dispositivos informatizados de aprendizagem em grupo são especialmente concebidos para o compartilhamento de diversos bancos de dados e o uso de conferências e correio eletrônico (Lévy, 1999). Sendo a escola como uma aprendizagem cooperativa, ou seja, todos juntos compartilhando conhecimentos, e também o novo papel do professor, como aquele que atende a todos os conhecimentos e gera a reflexão e o olhar para todos os conhecimentos.
Ao se pensar no profissionalismo nós deparamos como Wellington disse, há árvores, com as suas competências, que na verdade você não precisar ter um diploma e sim vivência e “noção”. Assim como no vídeo a tecnologia te mostra tudo sobre a pessoa, sem precisar ao menos conhecê-la, ou ter tirado um dia para espiona-la, e sim em um simples digitar o nome nas redes sociais você já sabe tudo dela.
Hoje, vivemos na sociedade do controle, como Foucault diz que antes vivíamos a sociedade disciplinar, várias instituições que moldam como as pessoas devem ser, e agora, é sociedade do controle, ocorre dentro e fora da escola, de forma espontânea, você gosta do controle e gosta de ser controlado pelos outros, assim não se desliga e o tempo todo se encontra conectado.
Não podemos prever nada, pois tudo acontece de uma forma muito rápida, quando se diz sobre as plataformas de comunicação. Podemos ter como exemplo há dois anos, se usava o SMS e do nada surge o whatsapp, e vira algo inseparável do ser humano. Como Lucas disse, quando Lévy escreveu o livro, ainda estava começando as comunicações, e o que ele diz que não existia e que depois de muito tempo teria, foi mais rápido do que ele imaginou, e hoje já se tem e já esta se transformando cada vez mais rápido.
Rubens concluiu dizendo, por um olhar antropológico, olhar de estranhamento para o século XX, vemos como se estranha a própria cultura, isso é o que esta acontecendo agora, é o hoje, choca as pessoas, porque esta acontecendo agora, e é difícil de dizer, como no vídeo, as pessoas bloqueiam/excluem/removem no facebook, whatsapp. Mas na verdade isso também acontece no dia a dia/ na vida real, mas devido às pessoas estarem tão acostumadas, acabam nem percebendo.
2- Tema: Cibercultura
Leitura principal: LÉVY, P. Cibercultura e educação (capítulos XI, XII e XIII).
Leituras de apoio: Artigos
ZOBOLI, F.; IZIDORO, R. da S. Cibercultura e educação física: algumas considerações ontológicas. Motrivivência, Ano XXII, Nº 34, P. 106-121 Jun./2010
2 - NETO, E. S.; FRANCO, E. S. Os professores e os desafios pedagógicos diante das novas gerações: considerações sobre o presente e o futuro. Revista de Educação do Cogeime – Ano 19 – n. 36 – janeiro/junho 2010
Iniciamos, assistindo um seriado: Black Mirror, T2 E4 Natal, o qual relata o que estamos vivendo hoje e daqui uns segundos. Fala a respeito das lentes de contato, que é um celular dentro dos olhos, e sobre o cookie, que é uma máquina que faz cópias da pessoa, sendo uma pessoa na maquina e um na vida real, que você mesmo o controla. Após o vídeo, podemos associar com tudo o que vimos durante todo o semestre, que é a tecnologia na sociedade 25h por dia.
Na discussão, todos chegaram ao entendimento, que a cada instante somos uma pessoa, sendo assim, é necessário sempre estar se atualizando, tudo isso devido a acontecimentos e a própria vivência dessa Sociedade da Velocidade.
O mundo já embarcou mais a escola e os professores ainda não, como Glaucia disse, a educação é fechada, o que acaba limitando essa inteligência coletiva, mas o que precisa deixar claro que essa “navegação dos saberes”, não é substituir e sim uma interação junto com os meios, aonde a tecnologia veio para somar, não para substituir. E o Vinicius continua dizendo que, o professor vai continuar sendo professor, precisando se atualizar mais, querendo ou não (com a tecnologia), o aprender a ser “professor de verdade”, pois agora não para mais, o diluvio continua, e ele precisa mostrar o cominho a ser seguido para os seus alunos.
Alguns dispositivos informatizados de aprendizagem em grupo são especialmente concebidos para o compartilhamento de diversos bancos de dados e o uso de conferências e correio eletrônico (Lévy, 1999). Sendo a escola como uma aprendizagem cooperativa, ou seja, todos juntos compartilhando conhecimentos, e também o novo papel do professor, como aquele que atende a todos os conhecimentos e gera a reflexão e o olhar para todos os conhecimentos.
Ao se pensar no profissionalismo nós deparamos como Wellington disse, há árvores, com as suas competências, que na verdade você não precisar ter um diploma e sim vivência e “noção”. Assim como no vídeo a tecnologia te mostra tudo sobre a pessoa, sem precisar ao menos conhecê-la, ou ter tirado um dia para espiona-la, e sim em um simples digitar o nome nas redes sociais você já sabe tudo dela.
Hoje, vivemos na sociedade do controle, como Foucault diz que antes vivíamos a sociedade disciplinar, várias instituições que moldam como as pessoas devem ser, e agora, é sociedade do controle, ocorre dentro e fora da escola, de forma espontânea, você gosta do controle e gosta de ser controlado pelos outros, assim não se desliga e o tempo todo se encontra conectado.
Não podemos prever nada, pois tudo acontece de uma forma muito rápida, quando se diz sobre as plataformas de comunicação. Podemos ter como exemplo há dois anos, se usava o SMS e do nada surge o whatsapp, e vira algo inseparável do ser humano. Como Lucas disse, quando Lévy escreveu o livro, ainda estava começando as comunicações, e o que ele diz que não existia e que depois de muito tempo teria, foi mais rápido do que ele imaginou, e hoje já se tem e já esta se transformando cada vez mais rápido.
Rubens concluiu dizendo, por um olhar antropológico, olhar de estranhamento para o século XX, vemos como se estranha a própria cultura, isso é o que esta acontecendo agora, é o hoje, choca as pessoas, porque esta acontecendo agora, e é difícil de dizer, como no vídeo, as pessoas bloqueiam/excluem/removem no facebook, whatsapp. Mas na verdade isso também acontece no dia a dia/ na vida real, mas devido às pessoas estarem tão acostumadas, acabam nem percebendo.
sábado, 22 de outubro de 2016
4º ENCONTRO 2º SEMESTRE 2016 - CIBERCULTURA - PIERRE LEVY - CAP X - 15-10
1-Boas Vindas a Pamela (1° Período) e ao
Barros (2° Período). O Moska comentou a respeito de uma ideia que teve,
relacionado ao que estamos discutindo, a tecnologia, que seria com o foco no
FACEBOOK. O projeto é acompanhar o diário de alguém que sai do facebook para
fugir da polarização excessiva.
2-Tema: Cybercultura
Leitura principal: LÉVY, P. Cybercultura e educação.(Cáp. X)
A discussão teve início
com a leitura do trecho “o ciberespaço suporta tecnologias intelectuais que
amplificam, exteriorizam e modificam numerosas funções cognitivas humanas”.
Rubens continuou dizendo, que a internet é potencializadora, não radical, a
qual em uma conversa e/ou discussão um não houve o outro, e apenas cópia frases
prontas, encontradas na internet.
Conforme esse sujeito
que muda a sua forma de pensar e agir devido “anúncios resumidos” na internet,
Glaucia diz, as pessoas se perdem nessa guerra e acaba perdendo o seu foco. E
Moska continua, dizendo que cada grupo possui o seu foco, o problema é como, e
deu um exemplo a respeito do que esta no auge no facebook, o caçar palhaços
assassinos na rua, e conforme isso conclui que cada fato possui uma narrativa.
A tecnologia da
inteligência, Lévy caracteriza como uma nova forma de pensamento sustentável através de
conexões sociais que se tornam viáveis pela utilização das redes abertas de
computação da internet. Sobre isso, Glaucia diz que, hoje todos podem acessar e
todos estão compartilhando conhecimentos. Rubens continua, é um suporte, a soma
dos conhecimentos, o acesso às informações.
Tudo isso, devido a esse grande dilúvio de informações, onde uma
correnteza de novas ideias passa e logo em seguida, já estão milhares por vir
em consequência, sendo cada vez uma mais rápidas que a outra, ocorrendo grandes
mudanças. Como diz Rubens, um dilúvio de informações, o qual segue várias
barcas de conhecimento, e é preciso saber nadar, se quiser passar entre as
barcas. E Moska diz, a cibercultura é como uma possibilidade de ver as outras
barcas, e essas barcas se altera nesse dilúvio, e vai de acordo com o
histórico, como por exemplo, hoje circula bem mais barcas e com ideias bem
diferentes de quando Lévy descreveu.
A partir de agora devemos preferir a imagem de espaços de conhecimentos
emergentes, abertos, contínuos, em fluxo, não lineares, se reorganizando de
acordo com os objetivos ou os contextos, nos quais cada um ocupa uma posição
singular e evolutiva (Lévy, 1999).
Pensando no ensino e aprendizagem com essa
tecnologia, Rubens diz que, o papel do professor é outro e fora o suporte
dessas informações que chegam da internet, que vai além dos aspectos
cognitivos, o libertarem os humanos de coisas que não conseguem dar conta, o
estarem lá, “um ciclo psicológico”, que através das visões, o professor
capacita os alunos.
Hoje, tornou-se evidente, tangível para todos
que o conhecimento passou definitivamente para o lado do intotalizável, do
indominável (Lévy, 1999). Rubens diz, que talvez a função da escola seja, saber
lidar com cada barca, havendo o cuidado de si. A tal ponto que devemos
substituir a imagem da grande arca pela de uma frota de
pequenas arcas, barcas ou sampanas,... Se chocam ou se misturam sobre as
grandes águas do dilúvio informacional (Lévy).
Rubens passou um vídeo “Escola do Futuro
(conflito de gerações)”, o qual relata sobre essas novas gerações tecnológicas
que já nascem na cibercultura, conectadas e tendo acesso a qualquer
conhecimento e de forma rápida. A escola do século XIX, professores do século
XX e alunos do século XXI, e esse confronto tende a ser mais brutal de acordo
com as gerações que viram. E a escola do futuro é aquela que troca respeito,
convivência e uma troca intelectual e afetiva (são muitas saídas).
O portador direto do saber não seria mais a
comunidade física e sua memória carnal, mas o ciberespaço, a região dos mundos virtuais, por meio do qual as
comunidades descobrem e constroem seus objetos e conhecem a si mesmas como
coletivos inteligentes (Lévy, 1999).
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
3º ENCONTRO 2º SEMESTRE 2016 - CIBERCULTURA - PIERRE LEVY - 01-10
1-
Houve uma
breve conversa sobre o que acharam do MAPA: divisão das salas por interesses, a
intervenção do Moska e do João, às apresentações da pós sobre as palestras e
minicursos.
2-Tema: Cybercultura
Leitura
principal: LÉVY, P. Cybercultura e
educação.
A
atualidade é “Uma era da velocidade”, através do desenvolvimento das
tecnologias, a circulação de informações a todo instante e as gerações atuais
estando conectados cada vez mais. Sobre isso Lévy (1999) afirma:
Em
primeiro lugar, o crescimento do ciberespaço resulta de um movimento
internacional de jovens ávidos para experimentar, coletivamente, formas de
comunicação diferentes daquelas que as mídias clássicas nos propõem. Em segundo
lugar, que estamos vivendo a abertura de um novo espaço de comunicação, e cabe
apenas a nós explorar as potencialidades mais positivas deste espaço nos planos
econômicos, político, cultural e econômico.
As arcas do segundo dilúvio dançam entre si.
Trocam sinais. Fecundam-se mutuamente. Abrigam pequenas totalidades, mas sem
nenhuma pretensão ao universal. Apenas o dilúvio é universal. Mas ele é
intotalizável. É preciso imaginar um Noé modesto (LÉVY, pg. 15).
Sobre
o entendimento a respeito do segundo dilúvio Glaucia diz, que na época do
primeiro dilúvio existia apenas uma arca, está que só Deus tinha o conhecimento
e ele escolia quem receberia. Assim, entendimentos não podem mais nos apegar, e
precisamos aprender a lidar com essas informações, e não se cria raízes
fechadas em apenas um conhecimento. É necessário aprender a nadar, e ir se
reinventando para conseguir transitar entre as barcas.
A
liberdade de escolha que a sociedade possui é imensa, podendo entrar, sair e
assim ver a qual se encaixa melhor, sobre isso Vinicius diz, que hoje
se participa de vários universos e se cria o seu próprio universo. Continua
Rubens, se cria a partir de discursos, sendo possível praticar a liberdade e
escapar dos discursos formando aquilo que tem mais potência para cada um.
Conforme
esse processo acelerado das informações, Rubens lê o trecho “A quantidade bruta
de dados disponíveis se multiplica e se acelera. A densidade dos links entre as
informações aumenta vertiginosamente nos bancos de dados, nos hipertextos e nas
redes. Os contatos transversais entre os indivíduos proliferam de forma
anárquica. É o transbordamento caótico das informações, a inundação de dados,
as água tumultuosas e os turbilhões da comunicação, a cacofonia e o psitacismo ensurdecedor
das mídias, a guerra das imagens, as propagandas e as contra-propagandas, a
confusão dos espíritos.” E continua dizendo, a cacofonia como uma repetição de
um som desagradável e o psitacismo como um efeito papagaio. Assim, pensando que
muito já se procura a respeito de como sair dessa “alienação” que a tecnologia
causa, temos como exemplo nos EUA já estão praticando o ficar sem mexer no
celular dentro de casa e os Chineses por exemplo, estão vindo para o Brasil,
para entender o como é trabalhar com a terra. Sendo possível observar que, as
pressões por essa tecnologia é tanta, que já estão começando a fugir dela.
A
respeito disso Rubens trouxe um vídeo “omelete batman ou atriz pornô”, sendo um
jogo através de um óculos, uma realidade virtual. Sobre isso, Moska diz, que
haverá uma depressão pós-jogo, o ter que voltar para realidade e Rubens
continua, que muitos irão querer jogar para sair/esquecer da realidade que vive,
sendo assim o jogo promove uma outra vida.
Com
isso, Lévy diz que a tecnologia é uma técnica condicionada, ou seja, que abre
algumas possibilidades, mas que nem todas serão aproveitadas. Isso, ele associa
com o estribo, que na Idade Média modificou e prevaleceu, sendo fundamental
para as cavalarias de uma forma mais segura. Relacionando com a tecnologia, a
qual abre condições para cada um ver a qual lhe convém.
Sobre
essa tecnologia “inserta”, Monique lê o trecho “Novo pharmakon, a inteligência coletiva que favorece a cibercultura é ao
mesmo tempo um veneno para aqueles
que dela não participam (e ninguém pode participar completamente dela, de tão
vasta e multiforme que é) e um remédio para
aquelas que mergulham em seus turbilhões e conseguem controlar a própria deriva
no meio de suas correntes”, sendo assim automaticamente a tecnologia será um
veneno, pois o quão rápida é não conseguimos acompanha-la. Continua Anderson
dizendo, que a tecnologia nos ultrapassa cada vez mais rápida. E Glaucia diz, que antes os jovens diziam que
as pessoas de idades era as mais sábias, já hoje dizem que são as mais
desatualizadas.
Na
modernidade (a partir do séc. XVI), devido a fatores históricos, sociais,
culturais, econômicos, políticos, a tecnologia sofre e propicia transformações
profundas. E muito além de alterar padrões de comportamento, a tecnologia, a
partir da modernidade, contribui para alterar a relação do ser humano com o
mundo que o cerca, implicando no estabelecimento de uma outra cosmovisão,
diferentemente daquela dos gregos ou dos medievais (MIRANDA, 2002, p.11).
sábado, 24 de setembro de 2016
"Novo" Ensino Médio
Abaixo um vídeo explicativo do professor Marcos Neira, professor titular da Faculdade de Educação da USP e especialista da Base Nacional Curricular Comum, sobre a Medida Provisória do Governo Temer acerca das alterações no Ensino Médio Nacional.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
2º ENCONTRO 2º SEMESTRE 2016 - CULTURA JOVEM - MARCOS NEIRA - 19/09
1 – Boas Vindas, aos novos
integrantes do grupo: Carlos (2º período), Vinicius (5º período) e Diego (5º
período). Foi feito o convite para: o MAPA (haverá na quarta pessoas defendendo
TCC’s da pós-graduação e alguns relatos: Moska, Wellington e Clayton,
conferir a programação no site: http://www.fefiso.edu.br/download/mapa/programacao_2016.pdf ); e
para o Congresso Internacional da UNISO, que ocorrerá em Outubro, onde irão
trazer nomes do país inteiro e o Massari, Kleber, João, Gisele vão apresentar
trabalhos.
2- Tema: Cultura Jovem
Leitura
principal - NEIRA, M. G.
Ensino de Educação Física. São Paulo: Thomson Learning, 2007. Capítulo 5:
Aprendendo sobre o outro: a cultura corporal juvenil.
A sociedade contemporânea traz
muitas facilidades ao meio de comunicação e da informação, sendo considerado um
grande ramo das transformações. Entende que num primeiro momento o dia solar
foi substituído pelo dia químico, quando sua duração foi prolongada pela luz
das velas; este prolongamento teve continuidade com o dia elétrico e agora com
o dia eletrônico (VIRILIO, 1995, 65).
Os Jovens que nasceram
nessa era da tecnologia trazem uma bagagem diferenciada das demais gerações, “Essa nova civilização traz consigo novos estilos
de família; maneiras diferentes de trabalhar, amar e viver; uma nova economia;
novos conflitos políticos; e acima de tudo uma consciência modificada”
(TOFLLER, p.142).
A discussão teve inicio a partir do entendimento que o
Carlos teve: o momento atual é uma cultura da diversidade, onde o sair da escola
cada um é diferente dos demais, sendo que na escola tentam padronizar todos. E
Ernani complementa que a bagagem dos alunos são valores diferenciados, sendo
que a escola tenta seguir a linha de todos iguais.
Os adolescentes estão em
uma fase da descoberta sobre tudo e também onde está se formando a sua
identidade e a escola é uma formadora de identidades. Conforme isso, João lê
uma parte que chamou a sua atenção, “o jovem vai se identificando com os traços
pertencentes á identidade coletiva, respectiva aos variados grupos dos quais
participa, como também encarna traços da identidade de estudante, quando está
dentro da escola (NEIRA, p. 142)”.
Precisamos entender a tecnologia da velocidade que em um
“piscar de olhos” muda conforme as gerações, assim havendo uma grande
distinção, entre quem tenta entender e compreender os jovens das atuais
gerações, e os jovens “aqueles que o vivem” (Hayles, 1990, pg. 281). Sobre essa
grande evolução de inovações, Rubens relata que a tecnologia já está à tona, e
que a geração youtuber já está pensando no que pode vir à frente, a próxima
plataforma devido à diminuição dos rendimentos. E Clayton continua dizendo, que
está havendo uma diminuição dos alunos nas aulas, devido preferirem ficar
sentados mexendo no celular.
Conforme a discussão, Diego fez algumas perguntas: a
internet como um meio de comunicação serviria para os adolescentes se
encontrarem? Como tirar algo positivo desse assunto? E então Rubens responde
dizendo: antes de pensar como, se pensa o porque, e só é incorporado com uma
justificativa pedagógica.
Ao se pensar essa relação da cultura jovem no Brasil, a
desigualdade é a maior dificuldade, como diz Rubens “em relação ao Brasil, o
problema é o dinheiro publico que dispersa e muitas das atitudes pertencem à
própria sociedade (ser humano)”. Nesse pensamento, Monique lê “No Brasil os
meios de comunicação em massa têm impacto intenso e profundo. É comum o jovem
pertencer a uma ou mais tribos“ (SETTON, 2002).
A tecnologia foi criada para facilitar a vida do ser
humano, estando sempre presente em sua vida. E os jovens estão cada vez mais
conectados e se descobrindo com tudo o que podem usufruir. Esses recursos
tecnológicos estão intimamente ligados ao progresso da sociedade. E através
disso, Rubens diz “que a partir da tecnologia você conhece varias outras
culturas e isso reflete no seu corpo”.
Conforme a sociedade evolui e se transforma a cada segundo,
é possível perceber que, o que se acabou de observar, daqui um tempo breve não
fará mais parte da vivência das gerações presente e da futura. É possível detectar
esse atraso em relação à atualidade nessa parte do texto de Fischer (1996):
Desde os anos 1990, constata-se um
crescimento massivo do mercado para o público jovem. Pululam encartes e
publicações direcionados a eles, tais como a Folhateen, da Folha de
S.Paulo, e revistas como Carícia, da
editora Azul, e Capricho, da editora
Abril, ambas paulistanas, que multiplicam-se nas bancas. Na televisão,
programas e novelas exaltam o ideal jovem, entre os quais destaca-se a série Malhação, que vai ao ar pela Rede Globo
desde 1995.
Sugestão
do dia:
- Moska,
“usar o dicionário crítico da Educação Física, para que ele auxilie na leitura
dos textos, pois muitas vezes você lê palavras desconhecidas e elas acabam
passando despercebido”.
- Clayton, “fazer uma vaquinha para
comprar livros, e daí todos podem ler”
2 Encontro do 2 Semestre de 2016 - 19 de setembro - Cultura Jovem
1 – Boas Vindas, aos novos
integrantes do grupo: Carlos (2º período), Vinicius (5º período) e Diego (5º
período). Foi feito o convite para: o MAPA (haverá na quarta pessoas defendendo
TCC’s da pós-graduação e alguns relatos: Moska, Wellington e Clayton,
conferir a programação no site: http://www.fefiso.edu.br/download/mapa/programacao_2016.pdf ); e
para o Congresso Internacional da UNISO, que ocorrerá em Outubro, onde irão
trazer nomes do país inteiro e o Massari, Kleber, João, Gisele vão apresentar
trabalhos.
2- Tema: Cultura Jovem
Leitura
principal - NEIRA, M. G.
Ensino de Educação Física. São Paulo: Thomson Learning, 2007. Capítulo 5:
Aprendendo sobre o outro: a cultura corporal juvenil.
A sociedade contemporânea traz
muitas facilidades ao meio de comunicação e da informação, sendo considerado um
grande ramo das transformações. Entende que num primeiro momento o dia solar
foi substituído pelo dia químico, quando sua duração foi prolongada pela luz
das velas; este prolongamento teve continuidade com o dia elétrico e agora com
o dia eletrônico (VIRILIO, 1995, 65).
Os Jovens que nasceram
nessa era da tecnologia trazem uma bagagem diferenciada das demais gerações, “Essa nova civilização traz consigo novos estilos
de família; maneiras diferentes de trabalhar, amar e viver; uma nova economia;
novos conflitos políticos; e acima de tudo uma consciência modificada”
(TOFLLER, p.142).
A discussão teve inicio a partir do entendimento que o
Carlos teve: o momento atual é uma cultura da diversidade, onde o sair da escola
cada um é diferente dos demais, sendo que na escola tentam padronizar todos. E
Ernani complementa que a bagagem dos alunos são valores diferenciados, sendo
que a escola tenta seguir a linha de todos iguais.
Os adolescentes estão em
uma fase da descoberta sobre tudo e também onde está se formando a sua
identidade e a escola é uma formadora de identidades. Conforme isso, João lê
uma parte que chamou a sua atenção, “o jovem vai se identificando com os traços
pertencentes á identidade coletiva, respectiva aos variados grupos dos quais
participa, como também encarna traços da identidade de estudante, quando está
dentro da escola (NEIRA, p. 142)”.
Precisamos entender a tecnologia da velocidade que em um
“piscar de olhos” muda conforme as gerações, assim havendo uma grande
distinção, entre quem tenta entender e compreender os jovens das atuais
gerações, e os jovens “aqueles que o vivem” (Hayles, 1990, pg. 281). Sobre essa
grande evolução de inovações, Rubens relata que a tecnologia já está à tona, e
que a geração youtuber já está pensando no que pode vir à frente, a próxima
plataforma devido à diminuição dos rendimentos. E Clayton continua dizendo, que
está havendo uma diminuição dos alunos nas aulas, devido preferirem ficar
sentados mexendo no celular.
Conforme a discussão, Diego fez algumas perguntas: a
internet como um meio de comunicação serviria para os adolescentes se
encontrarem? Como tirar algo positivo desse assunto? E então Rubens responde
dizendo: antes de pensar como, se pensa o porque, e só é incorporado com uma
justificativa pedagógica.
Ao se pensar essa relação da cultura jovem no Brasil, a
desigualdade é a maior dificuldade, como diz Rubens “em relação ao Brasil, o
problema é o dinheiro publico que dispersa e muitas das atitudes pertencem à
própria sociedade (ser humano)”. Nesse pensamento, Monique lê “No Brasil os
meios de comunicação em massa têm impacto intenso e profundo. É comum o jovem
pertencer a uma ou mais tribos“ (SETTON, 2002).
A tecnologia foi criada para facilitar a vida do ser
humano, estando sempre presente em sua vida. E os jovens estão cada vez mais
conectados e se descobrindo com tudo o que podem usufruir. Esses recursos
tecnológicos estão intimamente ligados ao progresso da sociedade. E através
disso, Rubens diz “que a partir da tecnologia você conhece varias outras
culturas e isso reflete no seu corpo”.
Conforme a sociedade evolui e se transforma a cada segundo,
é possível perceber que, o que se acabou de observar, daqui um tempo breve não
fará mais parte da vivência das gerações presente e da futura. É possível detectar
esse atraso em relação à atualidade nessa parte do texto de Fischer (1996):
Desde os anos 1990, constata-se um
crescimento massivo do mercado para o público jovem. Pululam encartes e
publicações direcionados a eles, tais como a Folhateen, da Folha de
S.Paulo, e revistas como Carícia, da
editora Azul, e Capricho, da editora
Abril, ambas paulistanas, que multiplicam-se nas bancas. Na televisão,
programas e novelas exaltam o ideal jovem, entre os quais destaca-se a série Malhação, que vai ao ar pela Rede Globo
desde 1995.
Sugestão
do dia:
- Moska,
“usar o dicionário crítico da Educação Física, para que ele auxilie na leitura
dos textos, pois muitas vezes você lê palavras desconhecidas e elas acabam
passando despercebido”.
- Clayton, “fazer uma vaquinha para
comprar livros, e daí todos podem ler”
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
1º ENCONTRO 2º SEMESTRE 2016 - ALIENÍGENAS EM SALA DE AULA - GREEN E BIGUM
1 –
Com grande satisfação, recebemos mais quatro nov@s integrantes para o
grupo! Após as boas vindas, foram apresentados os meios de comunicação do
grupo: Facebook, E-mail, Blog e Whatsapp.
A colega Monique foi apresentada como a próxima bolsista do programa de
iniciação científica. Sendo assim, a partir desta ata, será ela a responsável
pela redação das próximas!
Ao falarmos sobre esse tema, Rubens justificou a escolha dos novos conteúdos
abordados. Baseado no trabalho de iniciação científica da Monique, no projeto
de mestrado do integrante João Pedro e na sugestão de pesquisa do professor
Marcos Neira, acreditou-se que o estudo da cibercultura seria, além de
fundamental, bastante conveniente. Além disso, o tema perspassa o interesse de
todos do grupo.
Foi mudada também a lógica das leituras, ou seja, se antes tínhamos
textos “contínuos”, agora estaremos debatendo obras desvinculadas umas das
outras, devido a indisponibilidade de todos participarem de todos os encontros.
Como forma de não prejudicar ninguém, optou-se por esta mudança nesse semestre.
Todos foram convidados (convocados) a inscrever trabalho para
apresentação no mapa, mesmo aqueles que estão nos primeiros semestres. É uma
grande oportunidade para ganhar experiência com apresentações! O companheiro
Moska propôs a releitura do vídeo do “The wall” da banda Pink Floyd, como forma
de apresentação em linguagem diferente. Trabalharemos nisso.
2 – Tema:
Alienígenas em sala de aula
Leitura principal: GREEN, B.; BIGUM, C. Alienígenas em sala de aula. In: SILVA, T. T.
Alienígenas em sala de aula: uma introdução aos estudos culturais em educação.
Petrópolis: Vozes, 2008.
Iniciamos as discussões conversando sobre os autores. Professores
australianos que, ao longo do capitulo, citam vários autores conterrâneos que
desconhecemos. Achamos que a tecnologia a qual Green e Bigum (2008) se referem
já está um pouco desatualizada, fazendo com que, de certa forma, atualize-se a
obra dos professores, pois as tecnologias já se renovaram e progrediram (LÉVY,
1999). Ao mostrar-se óbvio para nós, o texto revela o quanto a discussão
levantada pelos professores há alguns anos atrás foi significativa.
O colega Moska relatou que achou muito interessante o fato dos autores
perguntarem quem seriam os alienígenas: os professores ou os alunos? Segundo
ele, não podemos chamar os jovens de alienígenas, nós sim que estamos
desatualizados, e não acompanhamos a mudança que ocorre todos os dias em
relação ao ciberespaço. Rubens contrapõe essa ideia ao dizer que a metáfora dos
alienígenas trabalha com a ideia de “seres vindo de outro lugar (espaço) para a
terra”, o que seria mais ou menos a relação dos “adolescentes vindos de outro
lugar (ciberespaço) para a escola”.
Ao chegarem nas escolas, o confronto geracional, visto a partir dos
Estudos Culturais (ESCOSTESGUY, 1998), é inevitável: nas relações, no
pensamento, na linguagem, no currículo e etc. Ao utilizarem a ideia do cyborg,
os autores mostram a questão da hibridização tecnológica com nosso corpo
biológico (SANTAELLA, 2007), reforçando a ideia de que métodos e currículos
tonam-se obsoletos a cada dia, assim como uma renovação do pensamento
pedagógico moderno atarraxado no ambiente escolar. Nessa linha, o companheiro
Wellington também reclamou que é necessário voltar o pensamento para a questão
cibercultural e relatou sobre como chama a atenção dos alunos uma aula voltada
para mídias e tecnologias da informação (T.I) diferentes da lousa.
Logo, ao ter a possibilidade de enfrentar a cultura escolar, é natural
que a instituição perca o seu potencial de “formadora identitária” através da
subjetivação de cada aluno enfileirado, em silêncio, com medo dos professores e
à espera de uma matéria qualquer que fosse depositada em sua mente. Com o
advento da pós modernidade, as bases modernas de subjetivação identitária como
a escola, a família e a igreja, perdem totalmente a sua força, desfazem-se em
líquido onde o que se encontra são indivíduos à procura da própria felicidade,
sem qualquer compromisso com as ambições comunitárias; indivíduos que tem a
liberdade de “subjetivar a si próprio” por qualquer discurso de qualquer lugar
do mundo; indivíduos que não só aprenderam a utilizar novas T.I’s, mas que tem
seu pensamento constituido a partir disto.
A (nova) companheira Jainy faz uma intervenção muito interessante ao
dizer que vê um grande lado negativo nisso tudo, pois perdem-se os valores
familiares, ou conteúdos importantes para a formação dos jovens. A partir
disso, Moska faz o seu contraponto, ao dizer que a questão do certo ou errado
em relação ao que se é ensinado, é apenas uma questão de criação discursiva,
uma vontade de verdade que não precisa ser necessariamente seguida por ser
“melhor” (FOUCAULT, 1996). Rubens faz então a mediação do debate ao dizer o
quanto a arena cultural, exposta pelos Estudos Culturais, mostra-se presente
naquela discussão.
Dentro dessa fala, é importante pensar em vertentes boas e vertentes
ruins em relação a cibercultura e o ciberespaço: um lado bom, é que os jovens,
não mais subjetivados apenas pelas três instituições citadas, tem muito mais
acesso à informação e uma possibilidade muito maior de problematização em
relação a qualquer assunto, tento então, a liberdade (no sentido foucaultiano)
de ser subjetivado pelo discurso que achar mais conveniente. Por outro lado,
com um número muito grande de informações e possibilidades ao mesmo tempo, a
chance disso tudo ser aceito e analisado de uma forma não crítica, formando
“analfabetos funcionais virtuais”, é muito grande. Aliás, bastante visível
hoje. Como citou o professor Leandro Karnal: “o lado bom da internet é que
todos podem expressar a sua opinião, e o lado ruim da internet é que todos
podem expressar a sua opinião”[1].
Rubens comenta sobre como achou interessante a ideia do “alien-ação”. De
forma rápida, esse conceito faz ligação com a proposta dos aliens e com a
proposta de ideologia alienante[2].
Estar num processo de “alien-ação” é ser subjetivado ideologicamente pelas
novas T.I’s sem saber quem controla e a quem interessa determinado tipo de
informação – casando bastante com a ideia de analfabeto funcional do Moska.
Caminhando para o fim, discutimos sobre duas citações em que os autores
referem-se especificamenta as escolas:
“É compreensível, como Hayles
(1990) sugere, que sintamos uma certa ambivalência em relação a essas
transformações, porque elas nos obrigam a confrontar a diferença e a ideia de
que escolarizar o futuro significa necessariamente ensinar para e com a
diferença” (GREEN; BIGUM, 2008, pág. 226).
Com essa citação podemos voltar a ideia sobre comos
jovens nascem e constituem sua forma de pensar, significar e simbolizar a
partir do pensamento cyborg. Logo, é necessária a adaptação de um “currículo
cyborg”: um currículo que pense, signifique e simbolize de forma diferente.
“Até o presente momento, o apagamento de
fronteiras e a inclinação à reconfiguração espacial demonstrados pelas novas
tecnologias de informação e comunicação sugerem que as escolas e outras
instituições sociais tais como bibliotecas públicas, deverão ser, no mínimo,
significativamente reconstruídas (BIGUM, 1991). Num cenário mais radical, à
medida que a casa, o carro e os próprios indivídus são cada vez mais tratados
como consumidores de produtos high tech, as escolas tenderão a participar cada
vez menos da ecologia digital externa, tornando-se, afinal, realmente extintas”
(GREEN; BIGUM, 2008, pág. 226).”
Conquistamos mudanças tão rápidas e constantes que as escolas não
conseguirão, na visão dos autores, se reinventar a ponto de acompanhar o ritmo do “novo mundo”, formado
além delas. Ao levar em consideração a extinção da escola e, consequentemente,
da Educação Física escolar, Rubens coloca que acha improvável o fim do
movimento: ele apenas será ressignificado. João coloca um contraponto ao
argumentar não só sobre a ressignificação do próprio movimento, mas a ressignificação
da necessidade do movimento para um futuro próximo, acreditando que o movimento
pode vir a não apresentar tanta necessidade. Logo em seguida, Moska responde
que o “não movimento” já é uma ressignifcação do próprio movimento. Rubens
retomando a fala, entende que não acabou e não acabará pois o movimento já não
é tão necessário, porém as pessoas procuram se movimentar por suas próprias
razões e não só por necessidade. Lembrou que é importante trabalharmos com
virtualidades ao invés de possibilidades, caso contrário, tornamo-nos apostadores
demais. Jorge levanta um questionamento para Rubens: e a Educação Física na
escola então? Como resposta final, Rubens argumenta que, na visão dele, a
Educação Física escolar já vem sofrendo com a lógica da sociedade de mercado. Somos
resguardados apenas pela LDB/96 que assegura o ensino da Educação Física na
escola. Se não nos justificarmos por outros motivos (no nosso caso, sob a ótica
das ciências humanas) corremos o risco de sermos extintos.
Como de
costume, foi-nos deixada a “reflexão da
semana”:
“Não se
abalem caso leiam um texto e não entendam nada daquilo que está escrito, pois o
legal é chegar e ver que ninguém entendeu nada também! ” (MOSKA, 2016).
Referências
ESCOSTESGUY,
Ana Carolina. Introdução aos Estudos Culturais. Revista Famecos, Porto
Alegre, RS, v.1, nº 9, dez. 1998.
FOUCAULT,
Michel. A ordem do discurso. 3. ed. São Paulo: Loyola, 1996.
LEVY, Pierri.
Cibercultura. São Paulo, Editora 34,
1999.
SANTELLA, L.
Pós-humano – por quê? Revista USP,
São Paulo, n.74, p. 126-137, junho/agosto 2007.
domingo, 31 de julho de 2016
CALENDÁRIO GEPEF 2 SEMESTRE 2016
20/08 – GREEN, B.;
BIGUM, C. Alienígenas em sala de aula.
In: SILVA, T. T. Alienígenas em sala de
aula: uma introdução aos estudos culturais em educação. Petrópolis: Vozes,
2008.
17/09 – NEIRA, M. G. Ensino de Educação Física. São Paulo:
Thomson Learning, 2007. Capítulo 5: Aprendendo sobre o outro: a cultura
corporal juvenil.
01/10 – LÉVY, P. Cybercultura e educação. Trecho da obra
a ser lido disponível no Google acadêmico.
15/10 – LÉVY, P. O universo sem totalidade, essência da
cibercultura. Trecho de palestra disponível em:
http://www.sescsp.org.br/sesc/images/upload/conferencias/36.rtf
12/11 – ZOBOLI, F.;
IZIDORO, R. da S. Cibercultura e educação física: algumas considerações
ontológicas. Motrivivência, Ano
XXII, Nº 34, P. 106-121 Jun./2010.
26/11 – NETO, E. S.;
FRANCO, E. S. Os professores e os desafios pedagógicos diante das novas
gerações: considerações sobre o presente e o futuro. Revista de Educação do Cogeime – Ano 19 – n. 36 – janeiro/junho
2010.
terça-feira, 26 de julho de 2016
Participação no VI SEMEF FEUSP 2016 - 14 e 15 de julho de 2016
Entre os dias 14 e 15 de julho de 2016 o GEPEF participou no VI Seminário de Educação Física Escolar da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisas em Educação Física Escolar, coordenado pelos professores Marcos Neira e Mario Nunes, do qual somos parceiros e amigos.
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